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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Tagged under: amor, evangelho, gay, próximo, salvação, travesti
Eu amei um homossexual - Por Robert Itamar Alves da Costa
Eu tinha aproximadamente 17 anos, quando eu tive minha primeira experiência com um homossexual, lembro-me como se fosse ontem, eu ia pegar um ônibus para ir até minha igreja, como eu fazia todos os finais de semana. Era por volta das 18h00 e meu ônibus sairia em 30 min, foi quando eu avistei um senhor bem vestido e muito simpático, ele não tirava os olhos de mim, eu estava sentado em um banco perto do ônibus e ele mais afastado, quando ele começou a piscar para mim. Lembro que fiquei bastante constrangido, mas tomei coragem e o convidei para se sentar ao meu lado. Prontamente ele atendeu ao meu pedido, ele já veio logo segurando na minha mão, e começou a tocar no meu cabelo. Pois com o mesmo sorriso que o chamei eu falei para ele o seguinte:
-Tudo bem com você? Meu nome é Robert, qual é o seu nome?
-Eu me chamo Marcos! Ele respondeu sorridente.
-Pois é eu só te chamei aqui porque eu queria que você soubesse que eu sou muito feliz!
Falei com um tom meio ousado.
-Eu já sei, você é feliz porque você tem muitos amigos assim “como eu”, por isso você é alegre!
Ele respondeu todo empolgado.
-Não exatamente, na verdade eu sou muito feliz, porque um dia eu fui “lavado e remido pelo sangue do Cordeiro”. É sobre Ele que eu gostaria de te falar.
Respondi com firmeza.
-A não!!! Você é crente? Só me faltava essa…
Ele respondeu tirando as suas mãos de mim, e um tanto indignado.
Como em nenhum momento eu demonstrei algum tipo de preconceito, e eu queria conhecer a sua história, conversamos sobre a sua vida e também sobre a bíblia.
Interessante foi eu estar levando minha bíblia na mochila, uma Thompson antiga, ou seja, uma bíblia enorme. À medida que passava um amigo do Marcos ele dizia:
-Ô Fulano, vem aqui esse é o Robert, ele é crente e não tem preconceito, ele quer falar sobre a bíblia com a gente.
Naquele domingo eu não fui para o culto na igreja, eu fiz meu próprio culto em um banco de rodoviária cercado de vários homossexuais, alguns sentados ao meu lado e outros sentados no chão, eu com a minha bíblia gigante no colo, as pessoas que desciam dos ônibus, ou passavam por lá paravam para ver o que estava acontecendo. Não me preocupei em falar sobre salvação, pois todos eles já conheciam a respeito de Jesus, eu apenas falei sobre o amor e graça de Deus, muitas sementes foram plantadas naquela noite.
Ao chegar em casa, eu chorei muito na ora de orar para dormir, o grande vazio e os valores distorcidos daqueles homens, me tocou profundamente. Eu questionei, porque nós cristãos nos calamos tanto para essas pessoas? Porque eles diziam que eu não tinha preconceito? Qual era a visão de um homossexual para com a igreja, e qual a visão da mesma para com eles? Porque nós cristãos nos fechamos para essas pessoas?
Deus me respondeu que eu poderia e deveria amar um homossexual, pois só através desse amor ele poderia se encontrar em Deus.
Talvez você esteja pensando agora: Seria correto eu subir no púlpito de uma igreja e dizer que eu amo um homossexual ou uma prostituta?
Nos meus vários anos de experiência com rê-socialização, e missões noturnas, eu descobri não só na teoria, mas na prática que se não houver amor, nunca haverá recuperação, pois somente o amor verdadeiro, aquele que vem do alto, de Deus, o que não se limita à raça crédulo ou sexualidade definida, é que pode trazer um homem novamente ao convívio da sociedade.
Ele ama incondicionalmente, mesmo quando nós não o merecemos, Ele ainda chora por nós, e sofre as nossas dores, porque ele odeia o pecado, mas sempre amou o pecador.
Eu não tenho problema algum em subir em um púlpito para dizer em alta voz que eu já amei, e ainda amo um homossexual, isso porque eu conheci um cara que não teve vergonha de subir nu em uma cruz, só para dizer que ama os homossexuais, os pedófilos, as prostitutas, os ladrões, os drogados, entre outros pecadores como eu e você.
Ainda hoje eu tenho muitos amigos, que cultivei nas ruas e nos prostíbulos, são eles travestis, prostitutas, drogados, alcoólatras, mendigos, clientes das drogas e da prostituição, verdadeiros desgraçados como eu, com a diferença de que eu fui alcançado pelo favor não merecido da parte de Deus. Isso não me torna mais ou menos amado por Deus, mas me da o privilégio de poder abençoar essas pessoas que também são queridas do Pai, quem os coloca à margem da sociedade somos nós, Deus os coloca como a coroa da criação a imagem e semelhança dEle mesmo.
Durante minha caminhada cristã eu percebi falhas em meu caráter, principalmente quando eu rotulava essas pessoas sem conhecer suas histórias de vida, talvez você se identifique com uma dessas falhas, e Deus esteja te chamando para um relacionamento mais profundo com Ele.
Descobri que se eu amo pessoas que supostamente tem uma vida santificada semelhante a minha pseudo-santidade, eu não passo de um homossexual gospel, tão somente porque a principal característica de um homossexual é que ele ama alguém do mesmo sexo, ou seja, alguém que se parece com ele. Se eu só quero amar meus irmãos da igreja, eu sou um homossexual gospel porque eu escolho amar quem é igual a mim.
Quando eu me encontro dentro de um sistema religioso, que nunca me permite enxergar a dor, os sofrimentos e as grandes desgraças do mundo e de quem esta ao meu lado, e eu me vendo para esse sistema, em troca de promessas que Deus nunca fez ou faria, quando quero buscar apenas bênçãos pessoais, eu não passo de uma prostituta gospel, pois eu nunca serei resposta para as mazelas do mundo ou voz contra injustiça, no lugar de lavar minha alma no sangue do Cordeiro, não somente para ser abençoado, mas para abençoar, eu lavo minhas mãos como Pilatos, nas águas sujas de um sistema religioso corrupto, que me ensina a buscar somente as bênçãos do Pai, mas muito pouco, o Pai que me dá essas mesmas bênçãos.
O interessante é que nesse sistema eu posso ser uma prostituta gospel, mas a prostituta de verdade sempre vai ser uma meretriz, o gay um sodomita efeminado, o mendigo um morador de rua beberrão, a imagem e semelhança de Deus será sempre atribuída aos que foram alcançados pela graça sublime, ou aos líderes religiosos que são semi-deuses na terra. Daí a razão de serem prósperos em tudo.
Descobri ainda que quando eu vou para uma igreja com o intuito somente de cantar desesperado, levantar minhas mãos e chorar, ficar anestesiado e entorpecido pelo chamado louvor espontâneo ou louvor extravagante, eu sinto muito mesmo, pois nós precisamos rever nossos conceitos sobre louvor e adoração. Quem sou eu para questionar a forma como se louva, acredito que essa função é dada ao Espírito Santo, o problema é que biblicamente nós adoramos a Deus com atitudes e não somente com cânticos chamados espirituais, se eu não vivo o que eu canto essas expressões de louvor são apenas uma grande viagem, uma ilusão. Quando isso ocorre, eu não passo de um drogado gospel.
Se eu sirvo a Deus, somente com o intuito de ganhar dinheiro, seja através de uma fé genuína ou ainda por formas escusas, através do evangelho de uma falsa prosperidade, este mesmo que você esta pensado, este que tem arrastado milhares de cristãos para o inferno do capitalismo. Eu com certeza sou um mendigo gospel, pois eu não entendo que sem o próximo não existe Evangelho do Reino, e que viver somente de prosperidade seja qual for a área que se aplique ela, na verdade é viver de migalhas e esmolas espirituais, o que Deus quer nos dar em termos de qualidade de vida é muito maior que ouro e prata, não depende e nunca dependeu dessas coisas ou de uma vida cheia de grandes vitórias e glórias, se Deus tem te prometido somente essas coisas, acho que estamos falando de deuses bem diferentes. Ter um relacionamento íntimo e profundo com o Criador, essa é a verdadeira prosperidade.
Ame incondicionalmente e com certeza você entenderá porque Deus te trouxe para este mundo, e assim será mais fácil você fugir desse mundo gospel.
Hoje eu oro pelo Fábio (Travesti que atende pelo nome de Yasmin), pelo Edílson (ex-presidiário que é soro positivo, contraiu HIV após ser violentado sexualmente na cadeia), pela Claudette (se prostitui para sustentar o vicio de merla e crak), pelo Mário ( perdeu o senso da razão e é tido como louco, porque mora a mais de 20 anos nas ruas), entre outros muitos que eu poderia citar, pessoas maravilhosas que o próprio Deus me deu o privilégio e a honra de poder amar e abraçar como verdadeiros amigos.
Perdoe-me se isso te incomoda, talvez Mateus 25:31-46 esteja rasgado ou riscado em sua bíblia, para não te incomodar também.
Se você entende o que é Graça, e como ela somente inclui, não exclui, meus parabéns!
Você esta apto para viver os valores e os conceitos do Evangelho do Reino de Deus, baseado no texto bíblico citado de Mateus, aproveite e tire um tempinho para ir visitar Jesus Cristo em um hospital, em uma prisão ou qualquer outro lugar onde as margens da sociedade se concentram.
É legal quando nos lemos João 3:16 na ótica de I João 3:16.
Para encerrar, sempre que eu vejo um homossexual seja um homem ou uma mulher na rua ou em qualquer lugar, eu fico muito tocado e faço sempre à mesma oração:
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“Pai eu te peço, por favor, se eu tiver filhos, não permita que um deles se torne um homossexual, mas eu entendo que cada um escolhe seu próprio caminho e dará conta de si a Deus, como eu ouvi muitos exemplos de travestis que se diziam filhos de pastores ou filhos de crentes.
Pai se um filho meu escolher este caminho, ensina-me a amá-lo como o Senhor ama a todos nós…”
(Robert Itamar Alves da Costa)
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Tagged under: cartas, evangelho, jesus, manuscrito
Encontrado manuscrito que afirma que Jesus tinha um esposa.
O Estadão publicou uma notícia no dia 18 dizendo:
Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/09/a-verdade-bem-menos-sensacionalista-sobre-a-esposa-de-jesus/#ixzz271hTX4tj
Um fragmento de um antigo papiro escrito no antigo idioma copta, e até agora desconhecido, contém frases que sugerem que Jesus tenha sido casado, numa descoberta que deve alimentar o acalorado debate sobre esse tema no mundo cristão.
A existência do fragmento do século 4o, não muito maior do que um cartão de visitas, foi revelada na terça-feira numa conferência proferida em Roma por Karen King, professora da Escola de Divindade de Harvard, de Cambridge (Massachusetts).
Nesse pedaço, leem-se as palavras: “Jesus disse a eles: minha esposa…”.
Desde a descoberta dos “Evangelhos Gnósticos” em Nag Hammadi em 1945, estudiosos e o público em geral parece ter inesgotáveis versões alternativas da vida de Jesus. O Evangelho de Tomé, o Evangelho de Pedro, o Evangelho de Maria, e mais recentemente, o Evangelho de Judas, levantaram questões provocativas sobre o Cristianismo. Histórias de Jesus foram intencionalmente omitidas do Novo Testamento? Estas versões alternativas do Cristianismo foram reprimidas (ou oprimidas)? E os evangélicos canônicos realmente nos dão uma descrição fiel de Jesus?
Fragmento encontrado
Fonte: http://news.harvard.edu/
Justamente quando a poeira baixou depois da descoberta do Evangelho de Judas, uma nova descoberta agora reabriu todas estas questões. Durante meu intervalo de almoço ontem (ironicamente justo antes de eu começar minhas palestras sobre os evangelhos apócrifos), eu recebi a notícia de um novo manuscrito que retrata Jesus como tendo uma esposa. Isso é notável, pois — apesar das afirmações do O Código Da Vinci — nós não possuímos nenhum texto dentro de todo o Cristianismo que diga explicitamente que Jesus era casado.
Este novo manuscrito — apropriadamente intitulado de o Evangelho da Esposa de Jesus — é um fragmento de um códice do quarto século em copta (Sahídico) que em um lugar se lê: “Jesus lhes disse: ‘Minha esposa… ela será apta de ser minha discípula’”. O fragmento é bem pequeno (4 x 8 cm), com escrita desbotada no verso. O texto principal está escrito em uma caligrafia limitada e semialfabetizada. Mais notavelmente, Karen King da Universidade de Harvard sugeriu que ainda que o manuscrito seja do quarto século, a composição original deve ser datada para a metade do segundo século.
Então, o que devemos fazer com esta nova descoberta? Eis aqui diversas considerações.
Autenticidade
A falsificação não é incomum no mercado de antiguidades. Eu não sou um especialista em paleografia copta (minha área são os manuscritos gregos), mas me preocupa a aparição inicial do manuscrito. Em particular, a natureza desleixada da caligrafia do escriba, e as pinceladas largas e indiferenciadas da pena pareceram problemáticas. Além disso, a cor da tinta parece incorreta — é muito escura, quase como se tivesse sido pintada. Tintas antigas tendem a ser mais de cores mais claras, apesar de haver exceções. Este cenário é exacerbado pela ambiguidade sobre o local de sua descoberta e a identidade de seu proprietário anônimo.
Contudo, de acordo com o artigo* disponível de Karen King, este manuscrito foi examinado por Roger Bagnall e AnnMarie Luijendijk, dois estudiosos respeitáveis, e ambos o consideraram autêntico e atribuíram o estranho estilo à pena grossa do escriba. Outras indicações de autenticidade são o uso da nomina sacra (abreviações de certas palavras) e a tinta desbotada no verso da página (algo que teria necessitado de tempo considerável). Mas meu amigo e estudioso copta, Christian Askeland*, é cético quanto à sua autenticidade devido a, entre outras coisas, a estranha formação de algumas de suas letras (em especial o épsilon) e as omissões no texto copta. Outros estudiosos também expressaram ceticismo* sobre o fragmento.
Neste ponto, não há maneira de saber se ele é genuíno ou uma falsificação. Não podemos ter certeza até que mais estudiosos tenham uma oportunidade de examiná-lo.
Composição
O pequeno fragmento
Fonte: https://www.facebook.com/Harvard
Assumindo por um momento que o manuscrito seja genuíno, ainda restam questões sobre sua composição. Primeiramente, com que tipo documento estamos lidando aqui? À primeira vista, o documento parece ser escrito como um texto similar a um evangelho que contem histórias e ditos de Jesus. De fato, Jesus parece estar fazendo o que ele frequentemente faz em outros textos dos evangelhos: ele está tendo uma conversa com seus discípulos. Alguns estudiosos sugeriram que este fragmento pode ser um texto mágico como um amuleto, particularmente devido a seu pequeno tamanho. Contudo, amuletos normalmente não continham escritos no verso da página. Se o escrito no verso deste fragmento for continuação da frente (o que é desconhecido até agora) então ele pode simplesmente ser um códice miniatura. Códices miniaturas eram populares no Cristianismo primitivo e frequentemente continham textos apócrifos.
Outra questão diz respeito à data da história que este fragmento contém. Quando esta história foi composta? King argumenta que ela foi composta em meados do segundo século baseada largamente em nas amplas similaridades com o Evangelho de Tomé e o Evangelho de Filipe, ambos cujos existiram durante este intervalo de tempo. Esta é certamente uma possibilidade, especialmente visto que conhecemos diversos outros evangelhos apócrifos que foram compostos no segundo século (por exemplo, Evangelho de Pedro, P. Egerton 2, P.Oxy. 840). Contudo, este argumento não requer uma data no segundo século. Esta história pode ter sido escrita no terceiro século e pode ter simplesmente esboçada sobre escritos como o Evangelho de Tomé e o Evangelho de Filipe.
O mais importante, não há nada que indicaria que a composição deste evangelho deva ser datada do primeiro século. Ele foi produzido muito depois do tempo dos apóstolos, juntamente com outros evangelhos apócrifos conhecidos.
Valor Histórico
A questão chave é se este registro do evangelho em particular pode nos dizer qualquer coisa sobre como Jesus de fato era. Este texto prova que Jesus tinha uma esposa? Este evangelho fornece informação histórica confiável? Não e não. Não há razão para pensar que este evangelho guarde tradição autêntica sobre Jesus. Ele é uma produção tardia, não baseada no depoimento de testemunhas, e igualmente se esboça sobre outros trabalhos apócrifos como Tomé e Filipe.
Além disso — e isto é fundamental — nós não temos uma única fonte histórica em todo o Cristianismo primitivo que sugira que Jesus fosse casado. Nenhuma. Não há nada sobre Jesus ser casado nos evangelhos canônicos, nos evangelhos apócrifos, nos pais da igreja, ou em qualquer outro lugar. Mesmo que este novo evangelho declare que Jesus fora casado, isto está em desacordo com todas as outras evidências históricas verossímeis que temos sobre sua vida. Como a própria King observou: “Este é o único texto antigo remanescente que explicitamente retrata Jesus referindo-se a uma esposa. Contudo, ele não fornece evidência de que o Jesus histórico tenha sido casado”
Conspirações e os Evangelhos Canônicos
Todo mundo adora uma boa teoria da conspiração. Certamente seria muito mais divertido para nossa cultura se alguém pudesse mostrar que os livros apócrifos fossem de fato a Escritura da igreja primitiva e que eles foram reprimidos pelas maquinações políticas da igreja posterior (por exemplo, Constantino). Mas a verdade é muito menos sensacionalista. Enquanto aos livros apócrifos tenha sido concedido algum status escritural de tempos em tempos, a esmagadora maioria dos cristãos primitivos preferiam os livros que agora estão em nosso cânon do Novo Testamento. Desta forma, somos lembrados novamente de que o cânon não foi arbitrariamente “criado” pela igreja no quarto ou quinto século. As afirmações da igreja posterior simplesmente refletiu o que já era o caso por muitos, muitos anos.
Quando se trata desse tipo de questão eu gosto de lembrar meus alunos de um simples — mas frequentemente negligenciado — fato: de todos os evangelhos no Cristianismo primitivo, apenas Mateus, Marcos, Lucas e João são datados do primeiro século. Claro, há pequenas tentativas de colocar livros como o Evangelho de Tomé no primeiro século — mas tais tentativas não foram bem recebidas pelos estudiosos bíblicos. Assim, se realmente queremos saber como Jesus era, nossa melhor aposta é confiar nos livros que foram ao menos escritos durante o período de tempo quando as testemunhas ainda estavam vivas. E apenas quatro evangelhos satisfazem este padrão.
Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2012/09/a-verdade-bem-menos-sensacionalista-sobre-a-esposa-de-jesus/#ixzz271hTX4tj
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